Estadão: Servidores públicos têm que perder a estabilidade, principalmente os professores

28/03/2016 07:22

Da Redação / Imagem: You Tube

O jornalão o Estado de São Paulo (Estadão) é um dos principais articuladores do golpe de Estado que visa derrubar a presidenta Dilma e atacar direitos democráticos consagrados no Brasil. 

Em matéria de 26.02 (sábado), esse órgão pôs o Dr. Marcos Mendes (economista e Consultor Legislativo do Senado) para atacar duramente os direitos dos servidores públicos federais, estaduais e municipais de todo o país. Ele destacou que os professores arrebentam com os prefeitos e governadores.

A fala desse economista, na prática, expressa uma das saídas que o PSDB e demais golpistas sempre apresentam para resolver os problemas nacionais. Ou seja, suprimir direitos trabalhistas para que sobre mais dinheiro para pagar a eterna dívida pública junto a banqueiros e grandes empresários.

Veja alguns trechos:

"Servidores têm muitos direitos e poucos deveres".

"O funcionário público tem o direito de se associar em sindicato, de fazer greve, mas não há uma lei de greve clara".

"Servidor não pode ser demitido, porque a lei garante estabilidade. Assim, tem o benefício de conseguir salários muito acima dos da iniciativa privada".

"O funcionalismo consegue fazer greve o tempo todo. Prefeitos e governadores são reféns do funcionalismo".

"Uma greve de professores de 90 dia arrebenta com qualquer prefeito, qualquer governador".

"No setor privado, se o cara enrolar muito, é demitido. No público, ganha até perdão para receber os dias parados, mesmo quando a greve é considerada ilegal".

Marcos Mendes diz também que é preciso mudar a lei para que seja retirada a estabilidade do funcionalismo, para que se possa demitir com mais rapidez os servidores hoje estáveis, uma vez que são 'obsoletos'. Na opinião do economista a favor do golpe, os professores novos e os comissionados são os que 'trabalham de verdade'. 

Por fim, o articulista pró-golpe opina que é preciso desmobilizar os sindicatos para que tais medidas sejam implementadas. Neste particular, atacou a Central Única dos Trabalhadores-CUT.

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