Professores se recusam a trabalhar em escolas de risco

Professores se recusam a trabalhar em escolas de risco

13.02.2016  16:06

Da Redação / Com informações da Coluna do Pedro Alcântara - 180graus.com

Segundo o Superintendente de Ensino da secretaria de Educação, professor Carlos Alberto (foto), ex-reitor da UESPI, os professores da rede estadual não aceitam ser lotados em escolas consideradas de risco. Pelas palavras do próprio superintendente, setores reconhecidamente perigosos, onde há conflitos de gangues e negócios do tráfico, tem rejeição dos educadores. “Eles não querem essas escolas por temerem pelas suas próprias vidas", diz o assessor da Seduc-Pi.

Os docentes estão mais do que corretos. Ninguém deve pôr sua integridade física em risco. O governador Wellington Dias, do PT, não dá qualquer garantia de segurança aos educadores. Cotidianamente, o que se vê nesses estabelecimentos de risco é professor sendo espancado e até ameaçado de morte. A única coisa que o governo faz em relação aos maus tratos contra os educadores é pagar uma "gratificação" de R$ 100,00 aos que se dispuserem a se lotar nas escolas do terror.Ninguém deve se submeter a isso.

Dia 15.02 (segunda-feira) a Educação estadual do Piauí entrará em greve por tempo indeterminado. Na pauta do movimento, além do reajuste de 11,36% no piso do magistério, estarão também as revindicações relativas à segurança dos educadores dentro das escolas.

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